Melhorias na Bomba de Vácuo

Renomadas pelo seu design ruim, má construção e questionável durabilidade, muitos proprietários já desistiram da bomba de vácuo original do motor 300 Tdi e partiram para a adaptação do hidrobooster da Ford F-250 no sistema de freio da Defender. Contudo, para aqueles que ainda não desistiram, há maneiras para tentar melhorar um pouco a construção e confiabilidade dessa peça, que veremos abaixo. Continue lendo “Melhorias na Bomba de Vácuo”

Sensor digital para monitoramento da temperatura do motor

Um upgrade a ser feito em nossas viaturas e que é consenso entre praticamente todos os proprietários é a instalação de um sensor auxiliar para monitoramento da temperatura do motor, tendo em vista que o sensor original “Lãndirrôvi” possui um delay gigantesco e, em caso de superaquecimento do bloco, quando o ponteiro do mostrador começar a subir na prática o motor já sofreu avarias.


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Limpando a tampa do tanque de combustível

Na minha Defender era recorrente, ao abrir a tampa do tanque de combustível, um barulho de ar sendo sugado, indicando que havia um pouco de vácuo dentro do tanque. Essa pressão negativa se forma quando o respiro do tanque de combustível está sujo/entupido, reduzindo o ingresso de ar exterior dentro do tanque para compensar o volume de combustível que foi consumido pelo motor durante seu funcionamento.

No meu caso o vácuo formado não era grande, e só ocorria ao abrir a tampa do tanque logo após desligar o motor. Contudo há casos em que o vácuo formado no tanque pode reduzir o fluxo de combustível para o motor, prejudicando seu desempenho.  Continue lendo “Limpando a tampa do tanque de combustível”

Barra A da suspensão traseira: troca de buchas e pivô

Aparentemente trocar buchas da suspensão não parece nada de mais, afinal é só remover o componente, extrair a bucha velha, colocar a nova e recolocar o componente no lugar. Nada de mais, né? Pois bem, falar é fácil… Fazer é literalmente uma BUCHA!

A melhor recomendação que eu posso dar para fazer a troca das buchas em casa é: faça em “prestações”, escolhendo um componente por vez para trocar as buchas, esperar alguns dias (ou semanas) e escolher outro componente.  Simplesmente não faça a troca de todas as buchas de uma vez, pois é um serviço bem pesado. Caso todas as buchas necessitem de troca imediata, o melhor é levar em uma oficina com as ferramentas apropriadas a disposição. Continue lendo “Barra A da suspensão traseira: troca de buchas e pivô”

Upgrade na Caixa de Transferência: mais óleo e menos calor.

As Defender 300 Tdi são equipadas com a caixa de transferência LT-230, reconhecidamente robustas e de funcionamento simplificado. Sua função é, basicamente, transferir a força do motor (depois de passar pelo câmbio) aos eixos dianteiro e traseiro.

Em um veículo com tração permanente nas quatro rodas, como é o caso da Defender, a caixa de transferência tem papel fundamental pois permite que os eixos dianteiro e traseiro trabalhem em rotações diferentes (situação que ocorre ao fazer uma simples curva). Para tanto, a LT-230 possui em seu interior um diferencial, também denominado diferencial central. Continue lendo “Upgrade na Caixa de Transferência: mais óleo e menos calor.”

Cuidado com as mangueiras!

Os motores 300 Tdi são simples e confiáveis, exigindo pouca manutenção se bem cuidados e se usados dentro de seus limites de projeto. Entretanto, como qualquer motor, basta apenas alguns quilômetros operando com temperaturas acima de seu limite para se ter prejuízos com juntas, cabeçote, cilindros, etc.

A questão no 300 Tdi é a facilidade com que a temperatura aumenta, sendo sua principal causa a perda de fluído de arrefecimento. Não é por menos que a imensa maioria dos proprietários instalam um sensor de nível no sistema, garantindo que seus motores nunca trabalhem sem esse precioso fluído. Continue lendo “Cuidado com as mangueiras!”

Consertando a bóia do tanque de combustível

Introdução

As Defender’s com motor 300 Tdi possuem dentro do tanque de combustível uma peça que serve como pescador/retorno de combustível e bóia para indicação do nível dentro do tanque, cujo valor é apresentado pelo indicador de combustível no painel de instrumentos. A bóia em si nada mais é do que um pequeno braço articulável com um plástico (bóia) em uma de suas pontas e uma pequena escala graduada na outra. Conforme o combustível é consumido, o braço que contém a bóia desce e o sinal elétrico que passa através da escala graduada é alterado, fazendo com que o ponteiro do marcador mude de posição. Como o sistema é bem simples e necessita de um sinal elétrico mínimo, os fios que fazem a ligação entre o braço, a escala e o chicote são bastante finos, então com o passar dos anos ou o fio ou a solda acabam por quebrar. Assim o sinal elétrico é interrompido, fazendo com que o indicador de combustível no painel marque totalmente vazio (incluindo a luz da reserva acesa) mesmo que o tanque esteja cheio. A única solução é drenar completamente o tanque, removê-lo, retirar o conjunto pescador/bóia, reparar a solda e/ou o fio e remontar tudo. Fique atento e não remova seu tanque à toa: quando o problema está na bóia do tanque, apenas o indicador de combustível deixa de funcionar no painel! Além disso, se qualquer outro mau funcionamento elétrico estiver presente, talvez o problema não seja a bóia!

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