Cuidado com as mangueiras!

Os motores 300 Tdi são simples e confiáveis, exigindo pouca manutenção se bem cuidados e se usados dentro de seus limites de projeto. Entretanto, como qualquer motor, basta apenas alguns quilômetros operando com temperaturas acima de seu limite para se ter prejuízos com juntas, cabeçote, cilindros, etc.

A questão no 300 Tdi é a facilidade com que a temperatura aumenta, sendo sua principal causa a perda de fluído de arrefecimento. Não é por menos que a imensa maioria dos proprietários instalam um sensor de nível no sistema, garantindo que seus motores nunca trabalhem sem esse precioso fluído. Continue lendo “Cuidado com as mangueiras!”

Identificando as ferramentas para reduzir a perda de tempo

Quando trabalhamos em nossas viaturas geralmente é questão de poucos minutos até o espaço de trabalho (seja sob o veículo, no cofre do motor, na cabine ou em qualquer lugar) se tornar quase um “mostruário” de ferramentas. Alicates, chaves e outras ferramentas espalhadas por todos os lugares, enroladas no fio na furadeira ou no fio do bico de luz, misturadas as peças e parafusos e com graxa por cima. Uma bela porcaria. Continue lendo “Identificando as ferramentas para reduzir a perda de tempo”

Começando a consertar sua Defender…

Pesquisa

O ponto inicial de qualquer reparo é um diagnóstico preciso do que precisa ser verificado, reparado e/ou consertado. Algumas coisas são evidentes, como um vazamento, outras nem tanto, como um mau contato, mas como para quase tudo que pode ocorrer em uma Defender muitas pessoas no mundo já passaram por esse mesmo problema e, muito provavelmente, algumas delas publicaram seus relatos na internet. Conversar com outros proprietários também pode ajudar muito na hora de descobrir onde está o problema, bem como qual a possível solução e melhoria para que isso não se repita tão cedo.
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Consertando a bóia do tanque de combustível

Introdução

As Defender’s com motor 300 Tdi possuem dentro do tanque de combustível uma peça que serve como pescador/retorno de combustível e bóia para indicação do nível dentro do tanque, cujo valor é apresentado pelo indicador de combustível no painel de instrumentos. A bóia em si nada mais é do que um pequeno braço articulável com um plástico (bóia) em uma de suas pontas e uma pequena escala graduada na outra. Conforme o combustível é consumido, o braço que contém a bóia desce e o sinal elétrico que passa através da escala graduada é alterado, fazendo com que o ponteiro do marcador mude de posição. Como o sistema é bem simples e necessita de um sinal elétrico mínimo, os fios que fazem a ligação entre o braço, a escala e o chicote são bastante finos, então com o passar dos anos ou o fio ou a solda acabam por quebrar. Assim o sinal elétrico é interrompido, fazendo com que o indicador de combustível no painel marque totalmente vazio (incluindo a luz da reserva acesa) mesmo que o tanque esteja cheio. A única solução é drenar completamente o tanque, removê-lo, retirar o conjunto pescador/bóia, reparar a solda e/ou o fio e remontar tudo. Fique atento e não remova seu tanque à toa: quando o problema está na bóia do tanque, apenas o indicador de combustível deixa de funcionar no painel! Além disso, se qualquer outro mau funcionamento elétrico estiver presente, talvez o problema não seja a bóia!

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Trocando o fluído de freio

Cuidados!

O sistema de freio é item de segurança! Extremo cuidado é necessário ao proceder intervenções no mesmo. Todos os procedimentos descritos aqui são sugestões, devendo ser conferidos no manual de oficina. Em caso de dúvidas procure um mecânico de sua confiança.

Toda e qualquer intervenção feita por você em seu veículo é de sua exclusiva responsabilidade.

Fluído de freio é tóxico! É necessário extremo cuidado no seu manuseio! Proteja pele e olhos contra respingos! Muito cuidado também com a pintura do veículo, pois fluído de freio irá manchar/estragar permanentemente a pintura se não for imediatamente limpo com água se derramado.
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Guia para expedições/viagens em veículos 4×4 (em inglês)

Há algum tempo, garimpando sites e materiais interessantes pela internet, me deparei com um sujeito chamado Andrew St. Pierre White, autor de diversos vídeos e conteúdos orientados para quem gosta de viajar com veículos 4×4. Ele possui um fantástico canal no youtube, cheio de dicas e truques para preparação e uso de veículos 4×4 em expedições.
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Trocando o rolamento da polia do esticador da correia Poly-V

O esticador da correia Poly-V tem a função de manter sob tensão a própria correia, permitindo que esta transfira energia do motor (através da polia do virabrequim) para os equipamentos periféricos do motor: alternador, bomba d’água, bomba da direção hidráulica e acoplamento viscoso da hélice do radiador. O esticador nada mais é do que um pequeno braço articulado com uma polia em uma extremidade e um parafuso de fixação na outra.
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